Salvo-conduto de Francesco Antonio Maria Pettinato
 

  

  

Apenas a título de observação, principalmente na Segunda Guerra Mundial, para os imigrantes se locomoverem de uma localidade para outra eram obrigados a obter, junto à Delegacia de Polícia, um "salvo-conduto" como estes dois documentos mostrado acima de Francesco Antonio Maria Pettinato. Na Segunda Guerra Mundial, o Brasil aliou-se aos Estados Unidos, Inglaterra, Rússia e França contra o eixo Berlim-Tóquio-Roma, em agosto de 1942. Como a Itália fazia parte do Eixo, as entidades e sociedades de origem italiana no Brasil tiveram seus bens confiscados pelo governo brasileiro e os imigrantes eram obrigados a obter o "salvo-conduto". Dava-se, com esse documento, autorização para viagens, mas era necessário que, para isso, deixassem na Delegacia diversas informações, tais como: o transporte a ser utilizado, a localidade de destino, com endereço, número de residência, hotel ou pensão em que se hospedariam e, por quantos dias pretendiam ausentar-se. Para o litoral, era quase impossível deslocar-se, devido a uma vigilância implacável Para o retorno, exigia-se o mesmo ritual.


Volte para a página "Francesco Antonio Maria Pettinato"